Opções de amplificadores de som para residências
28/09/2018

Opções de amplificadores de som para residências

Categoria |

Amplificadores de som são um dos componentes mais importantes de um projeto de sonorização de ambientes de qualidade. Por ele é que passarão todos os sinais elétricos vindos da fonte geradora — que pode ser um celular, um player de áudio e vídeo ou outro dispositivo — antes de chegarem às caixas acústicas. Logo, cada aplicação exigirá um tipo de potência (como também são chamados os amplificadores) diferente e cabe ao comerciante especializado e ao instalador indicarem a melhor opção para o cliente.

 

Antes de conhecer as particularidades de cada um dos modelos, é fundamental entender que o tipo mais comum é o amplificador eletrônico. A gama de utilização é extremamente ampla, permitindo-o ser aplicado desde equipamentos de uso profissional e de broadcast — transmissores de rádio e televisão — até receptores de sinais audiovisuais, microcomputadores e instrumentos musicais. Hoje praticamente todos são desenvolvidos a partir de placas de circuitos elétricos e transistores, mas eles foram precedidos pelos chamados valvulados.

 

Ainda que a “onda vintage” domine o desejo de muitos consumidores, em muitos casos o senso comum faz com que alguém sem a quantidade de informação adequada acredite que os modelos baseados na tecnologia mais antiga ainda são melhores. De fato, para os puristas, a qualidade sonora das válvulas apresenta sutis diferenças com grande linearidade ao longo de toda a faixa de operação. O resultado é a amplificação de sinais com o mínimo de distorção, já que a faixa dinâmica do controle de fluxo dos elétrons entre o ânodo e o cátodo da válvula ocorre entre tensões que variam entre zero (mínimo) e um (máximo). Elas funcionam da seguinte forma:

 

  1. Um filamento metálico aquece um cátodo de modo que ele emita elétrons;
  2. Os elétrons são atraídos por um ânodo polarizado por uma tensão positiva (entre 80 e 800 volts, dependendo da potência final);
  3. O fluxo de elétrons entre o cátodo e o ânodo pode ser controlado por uma tensão aplicada a uma grade;
  4. O resultado é a curva de baixíssima distorção, extremamente linear.

Entretanto, assim como a descrição do funcionamento de uma válvula acima deixou claro, o processo envolve mais etapas e, principalmente, altas tensões. É por isso que a utilização de amplificadores de som valvulados, sobretudo para projetos de sonorização de residências, é raríssima — para não dizer inexistente.

 

Para lidar com alta tensão, são necessários transformadores pesados. Isso exige espaço interno de sobra nos amplificadores, cada vez menos disponível nas configurações, que acabaram se adaptando à necessidade de miniaturização apresentada pelos consumidores e assimiladas pela indústria. Além disso, as válvulas são equipamentos muito caros, trabalham em alta temperatura, são extremamente sensíveis a vibrações e consomem muita energia (boa parte destinada ao aquecimento e uma fração reduzida é convertida em som).

 

Com todas essas características particulares, fica difícil encontrar espaço dentro das casas e dos projetos para componentes e aparelhos tão grandes. E, como você leu antes, a diferença na qualidade sonora pode não ser tão perceptível para a maioria dos consumidores.

 

Amplificadores de som modernos

 

Para viabilizar a aplicação dos amplificadores em projetos contemporâneos de sonorização, a opção por equipamentos transistorizados é o caminho mais adequado. Além de mais baratos, eles duram mais tempo, consomem menos energia e podem ser bem mais compactos que os modelos mais antigos e valvulados.

 

O princípio de funcionamento é diferente das válvulas: nos equipamentos mais recentes, uma corrente elétrica flui entre o coletor e o emissor controlada por uma corrente de base. Os circuitos com transistores do tipo MOSFET, por exemplo, unem a baixa distorção dos valvulados com o custo baixo e a possibilidade de montagem em estruturas menores. Facilmente encontrados no mercado, eles têm características específicas para cada aplicação.

 

Além dessas características técnicas, um fator determinante para escolher qual amplificador será usado no projeto de sonorização de ambiente é de ordem física: o tamanho do espaço. Como há muitas opções, é importante saber e oferecer ao consumidor o aparelho mais adequado à potência e à finalidade de uso do local. Mesmo dentro de uma casa, há diversas propostas que serão atendidas conforme o resultado esperado pelo consumidor. Antes de sugerir o amplificador correto, busque descobrir:

 

  • O cliente deseja ter um som apenas ambiente?
  • Há a necessidade de ouvir músicas com alto volume e “peso” (geralmente associado às frequências mais graves)?
  • O usuário vai integrá-lo a um subwoofer?
  • O amplificador será conectado à televisão ou a outros dispositivos emissores e reprodutores de som?
  • O projeto prevê a sonorização de múltiplos ambientes?
  • Qual é o tamanho de cada cômodo/espaço a ser sonorizado?

 

As respostas à estas perguntas ajudarão a entender de forma mais clara e precisa qual é a real necessidade do cliente. Conforme as informações obtidas, é possível sugerir o equipamento que atenderá exatamente a demanda e terá um custo absolutamente condizente com a realidade apresentada.

 

Pequenos e médios ambientes

 

As famílias RD e Slim Wall dos amplificadores residenciais da Frahm oferecem soluções práticas e econômicas para sistemas de sonorização de ambientes mais simples. Os equipamentos têm capacidade para conectar, via cabo, linhas com poucas caixas e integrar, por sinais Wi-Fi, aparelhos reprodutores de áudio.

 

Esses equipamentos oferecem a possibilidade do acionamento de projetos que tenham caixas de som em espaços diferentes ou no mesmo cômodo. Confira:

 

  • Amplificador Frahm RD160 Wi-Fi Residence: oferece a possibilidade de utilizar a rede sem fio do ambiente para controlar os equipamentos e setorizar a reprodução de mídia em diferentes espaços. A configuração da rede sem fio é simples e o controle do amplificador pode ser feito por meio de um aplicativo disponível para Android e iOS. Este amplificador oferece 160 Watts de potência distribuídos entre dois canais e aceita conexões, além da plataforma Wi-Fi, de cabos P2, RCA e ópticos. Ele também tem entrada USB, lê cartões de memória tipo SD, tem conexão Bluetooth e rádio FM. Por se tratar de um equipamento compacto (4,4 centímetros de altura, 15,2 de largura e 19,1 de profundidade), a instalação pode ser feita em diversos espaços — desde um rack com outros dispositivos sonoros até o mobiliário já existente no local a ser sonorizado.

 

  • Amplificador Frahm RD240 Wi-Fi Residence: também conta com a conexão Wi-Fi que permite integrá-lo a dispositivos como tablets, smartphones e outros equipamentos que se comuniquem por meio desse protocolo, mas traz a possibilidade de sonorizar dois ambientes diferentes. A potência total de 240W pode ser aproveitada de forma integral ou compartilhada — neste caso, é possível dividi-la entre quatro canais de 60 Watts cada um. O aparelho, assim como o modelo acima, oferece conexões Bluetooth, USB, óptica, P2, RCA e recepção de rádio FM.

 

  • Amplificador Frahm RD480 Wi-Fi Residence: esse amplificador estéreo classe D (elementos ativos que trabalham digitalmente) permite instalar um sistema que sonorize até quatro ambientes diferentes. A potência total é de 480W que podem ser divididos entre oito canais de 60W cada. Além do áudio digital e da conexão Wi-Fi, há as tradicionais conexões Bluetooth, USB, óptica, P2, RCA e rádio FM.

 

Esses dispositivos podem ser usados em projetos residenciais, sobretudo pela característica de integrarem a qualidade sonora à potência e à conectividade.

 

Controle total

 

Além dos exemplos acima, de amplificadores potentes porém compactos e que podem ser aplicados em diversos tipos de projeto, há soluções ainda mais compactas e práticas que são ideais para a sonorização residencial.

 

Projetos arrojados, que geralmente contam com a consultoria de arquitetos e precisam considerar as características de design no espaço, têm que ter soluções discretas. Estes casos são atendidos pela família de amplificadores de parede Slim Wall. São dispositivos que oferecem até 60W de potência mas por serem extremamente compactos, podem ser instalados nas paredes dos cômodos das residências.

 

Classificados como amplificadores de som do tipo AB, eles reúnem algumas características que o colocam em posição de destaque para o consumidor que deseja sonorizar um imóvel: alta fidelidade e máxima transferência de potência. Além disso, podem ser instalados utilizando os espaços originalmente concebidos para a colocação de tomadas e interruptores elétricos (do tipo 4X2), o que evita o quebra-quebra necessário para a abertura de novos nichos dedicados.

 

Outro recurso importante deste tipo de equipamento é a integração com diversas fontes sonoras: Bluetooth, cartões de memória, conexão USB e até rádio FM podem ser amplificados, o que dá muito mais conforto para o usuário que não precisa sequer de fios para ouvir suas músicas.

 

Mais um detalhe: o próprio amplificador tem um interruptor para controlar a iluminação do ambiente onde for instalado. Ou seja: o instalador e o arquiteto não perdem um ponto de luz ao propor o uso do Slim Wall para o cliente.

 

Conexões facilitadas

 

Além da preocupação com a qualidade sonora, a praticidade de conexão e integração com dispositivos mobile é uma condição fundamental para o bom projeto de sonorização de ambientes. Ainda que muitas pessoas utilizem reprodutores de áudio tradicionais — CDs e DVDs players, por exemplo —, a quantidade de clientes que adotou os smartphones e tablets como fonte de músicas aumentou significativamente.

 

Para atender à essa demanda, os amplificadores da linha RD contam com conexão Wi-Fi, por meio da qual é possível estabelecer uma ligação direta e transmitir os sinais sonoros em altíssima qualidade e com boa mobilidade.

 

Para conhecer este e outros recursos dos amplificadores da Frahm, leia o blog Sonorização de Ambientes e conheça detalhes dos produtos no nosso site.

 

< Anterior Próximo >