Como montar um sistema de som embutido
18/12/2019

Como montar um sistema de som embutido

Um dos grandes diferenciais dos imóveis de hoje em dia é a quantidade de recursos e automações que eles possuem. Além de persianas elétricas, iluminação com comando de voz e a ampla disseminação de recursos como os assistentes pessoais (Alexa® e outros), o investimento em um som embutido de qualidade é certeza de que uma boa impressão será causada nos familiares e amigos do dono do imóvel.

 

Junto com um home theater ou uma boa sala de entretenimento, o espaço fica mais aconchegante e tecnológico. Resultado: mais qualidade de vida, prazer em habitar o espaço e valorização monetária da casa. A quantidade de gente que considera esse tipo de intervenção um supérfluo está caindo, e é a hora de aproveitar para entregar mais do que a expectativa dos seus clientes.

 

É claro que recursos modernos de arquitetura ajudam muito a alcançar esse objetivo, mas você conhece quais são as opções mais harmônicas para os seus projetos? Quais equipamentos já têm características claramente alinhadas às expectativas dos arquitetos no sentido de “esconder” a maior quantidade de dispositivos dentro de um ambiente a ser sonorizado? Continue a leitura para conhecê-los e surpreender os seus clientes.

 

Som embutido: os aliados que vão simplificar a missão

 

A era dos grandes amplificadores, das caixas de som externas e aparentes e da preocupação com a passagem de fios e cabos em uma sala de TV acabou. Hoje, a indústria oferece equipamentos muito menores e totalmente alinhados com a expectativa dos profissionais da arquitetura de destacar apenas o ambiente em si, sem itens que poluam o visual.

 

A aplicação de caixas de som de embutir, também conhecidas como arandelas, fazem muito sucesso entre os proprietários de imóveis que contratam um especialista no planejamento de ambientes. Todos querem discrição e excelente pressão sonora, sem perder espaço no chão ou ter que se preocupar com equipamentos pendurados nas paredes.

 

Graças a equipamentos como a arandela quadrada de 70W (Watts) da Frahm, o seu cliente só vai perceber o som que foi instalado no ambiente pelo sentido da audição, já que visualmente a interferência é praticamente inexistente. O dispositivo é extremamente fino, segue a linha borderless (com bordas muito menos espessas que outros encontrados no mercado) e ainda entrega uma pressão sonora de respeito, garantindo boa audição em ambientes com pé-direito de qualquer medida.

 

Ela possui algumas características planejadas para permitir a instalação em quaisquer tipos de projeto em que se opte pelo som embutido:

 

  • telar em alumínio, resistente à corrosão de áreas úmidas ou litorâneas;
  • formatos redondo e quadrado, ampliando a possibilidade de utilização em diferentes tipos de ambiente;
  • torres de fixação que mantêm o produto totalmente preso ao teto de gesso, sem vibrações nem oscilações quando a música estiver tocando;
  • compatibilidade com forros de diversas espessuras (de 1 a 30 milímetros).

 

Além de um modelo na cor branca e no formato quadrado, esse tipo de produto tem ainda versões na cor preta e em formato redondo, que permite a harmonização ainda mais específica com os projetos que prevêem som embutido.

 

Amplificadores

 

Eles são parte fundamental do sistema, e sem eles o som não chega até as caixas acústicas. Numa comparação bastante simplista, o papel deles é semelhante ao de um transformador, aumentando o sinal que sai de uma fonte de áudio para que ele chegue em ótimas condições para ser reproduzido pelas arandelas e caixas de som. Por isso a maior parte dos modelos disponíveis no mercado tem dimensões robustas e peso relativamente elevado.

 

Essas características acabam fazendo com que a maioria dos arquitetos queira esconder a todo custo esses aparelhos — o que nem sempre é viável tecnicamente. Felizmente há uma forma de resolver essa situação: um amplificador de embutir que pode ser instalado em qualquer parede.

 

Disponível em várias cores, esse equipamento é compacto e pode ser colocado no mesmo espaço de uma tomada ou interruptor de luz (caixinhas 4X2). Depois de devidamente instalado, o usuário pode usá-lo para controlar volume, avanço de faixas, leitura de cartões de memória, conectar o celular via Bluetooth e até ouvir rádio FM, de uma forma bem mais prática e menos chamativa do que um amplificador tradicional.

 

Há ainda outros tipos de equipamentos que podem ser usados na hora de elaborar um projeto de som embutido. Para conhecê-los, acesse agora o nosso site. Se quiser conhecer mais sobre a sonorização de ambientes e como aliar design e ótimo rendimento sonoro, visite o nosso blog.

 

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